Alariccia, a primogênita do astro rei

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Alariccia, a primogênita do astro rei

Mensagem por Hummingbird em Qua Out 04, 2017 9:22 pm



A Origem



Alariccia nem sempre foi a única de sua espécie. Talvez a primeira ou a que mais se destacou nas histórias, passadas de geração em geração, através das estrelas do cosmo. Foi no cosmo, inclusive, onde sua história começou. Tempo aquele onde mesmo o próprio tempo parecia não existir. Soberanos eram aqueles dotados da imortalidade, posteriormente conhecidos pelas formas de vida inferiores como Deuses ou qualquer outro título que represente a supremacia além da compreensão. Entre eles eram intitulados apenas como família. O Pai era tido como o todo poderoso, responsável por manter o controle da existência e de tudo o mais. Em seu auxílio vieram outros astros tão antigos quanto ele, o Avô Sol e a Avó Lua. É claro que estes não estavam restritos a uma existência singular, tendo em vista que na imensidão do cosmos haveriam incontáveis "luas" por exemplo. O fato é que, com o alavancar do cosmo e das criações desta "família", novos conceitos surgiram. O tempo passou a existir, tal como muitos outros conceitos, uma vez que novas formas de vida formavam-se ao longo do cosmos, sob supervisão é claro.

Entre as tais formas estavam os Planetas. No começo eles não chamavam muita atenção pois, apesar de terem em sua essência um pouco da matéria prima "divina", ainda assim eles não conseguiam progredir. A vida não era de fato permitida nas dependências da maioria deles, coisa que decepcionou e muito aos soberanos da família primordial. E por incontáveis anos isso perdurou; decepção pós decepção. Não é como se eles estivessem empenhados em interferir, na verdade eles estavam apenas supervisionando a sua criação e depositando esperanças de que ela renderia algo. E de fato rendeu. Alguns dos planetas passaram a apresentar mudanças repentinas em suas características e desafiar até mesmo as adversidades impostas pela atmosfera e pelo próprio cosmos.

Entre eles o que mais se destacou foi aquele que mais tarde se tornaria conhecido por " Mãe Terra". Sim, ela passou a integrar a soberania da família primordial por conta de suas capacidades. Enfrentou longas tempestades de gelo, infinitas chuvas de meteoritos ou asteroides que atravessavam seu caminho no cosmos, e tudo isso para proteger aquilo que ela cultivava dentro de si. Seus esforços renderam frutos e foram reconhecidos pela familia primordial quando o próprio Avô Sol decidiu depositar sua confiança e interferir diretamente por ela. Moveu uma de suas estrelas e arquitetou todo um sistema naquela galáxia, tudo para que a pequena Terra tivesse condições "favoráveis" para o seu desenvolvimento. Bastou esse empurrãozinho para que a gentileza do Avô Sol fosse recompensada com uma das criações que mais os maravilhara em incontáveis anos de existência. A vida floresceu naquele pequeno planeta e possibilitou a criação dos primeiros filhos; os Elfos. A Mãe-Terra os concebeu por si só, motivo esse pelo qual ganhou atenção da família primordial.

Aqueles, no entanto, não eram os primeiros filhos dentro das limitações do cosmo. Lembram-se das incontáveis decepções anteriores à Mãe-Terra? Muitos daqueles planetas onde a "vida" não podia ser concebida, passaram a originar coisas que fugiam aos princípios esperados pela familia primordial. Muitos deles originaram criaturas, estas nem sequer podiam ser consideradas "formas de vida" uma vez que eram consideradas falhas das criações primordiais e por isso carregavam consigo muita negatividade e tudo aquilo que há de "maledicente". Por conta dos princípios a serem respeitados, a famiília primordial não podia interferir diretamente mas precisava, de alguma forma, lidar com tais criaturas. Por isso, o próprio Avô Sol decidiu conceber os seus primeiros filhos. Estes ficariam mais tarde conhecidos como demônios, erroneamente taxados como criaturas maledicentes, pois nem sempre foram assim.

Alariccia sempre foi um demônio. Ela estava entre os primeiros filhos do Avô Sol, e junto com seus irmãos, ela tinha a tarefa de combater as criaturas maledicentes dos planetas "errôneos". O Pai aproveitou do acúmulo de planetas errôneos e demais falhas do cosmos para reuni-los num único lugar conhecido como "Vazio", também mais tarde erroneamente taxado como Inferno. Os demônios tinham a tarefa de combater toda e qualquer criatura maledicente no cosmos e enviá-los para o vazio. Alariccia, por sua vez, era uma das guerreiras mais respeitadas e destemidas entre seus irmãos. Tinha no mais profundo da sua existência uma honra e admiração muito grande pelo Avô Sol, aquele que a concebeu. Respeitava-o acima de qualquer coisa e esta era a base de sua força. Combater aquelas criaturas era como provar o seu valor mediante a grandeza do avô sol, e honrá-lo por sua benção.

No entanto, em determinado ponto da existência, a Avó Lua apegou-se à Mãe-Terra. Alegando-se maravilhada com os primeiros filhos da terra, a Avó gostaria de presenteá-los com seus também primeiros filhos, sendo estes as Estrelas. Através delas, os primeiros filhos poderiam aprender mais sobre a própria história e sobre a história do cosmos. Encantado pela criação de sua amada, o Avô Sol acabou distraído. Deixou de dar toda sua atenção para os seus filhos — os demônios—  e acomodou-se também próximo da Mãe-Terra e da Avó Lua. Em consequência disso, os Demônios passaram incontáveis anos lutando "sozinhos" na imensidão do cosmos. Alariccia, em determinado ponto da existência, foi emboscada por uma legião de criaturas do Vazio e sucumbiu diante o inimigo. Em sua prece para o Avô Sol, ela não foi respondida pois o astro rei estava tão distante que sequer podia notar o seu chamado. Sentindo-se inteiramente traída e abandonada, Alariccia sucumbiu e foi levada para o Vazio tornando-se o primeiro demônio corrompido na história. Os demais demônios fugiram em busca de auxílio do Avô Sol, mas quando o Astro Rei voltou sua atenção para o quadrante dos seus primeiros filhos, já era tarde. Muitos deles já haviam sido levados pelas criaturas do vazio e tornaram-se corrompidos.

Enfurecido pelo que aconteceu com suas criações, o Avô Sol lançou sua fúria e dizimou incontáveis planetas engolindo-os em cada um dos astros solares de suas respectivas galáxias. Tal movimento gerou consequências, mutações inesperadas em algumas das criaturas do Vazio que se alimentaram dos destroços dos planetas para se tornarem mais fortes e independentes. As mais conhecidas entre eles ficariam mais tarde conhecidas como Dragões. Eles cresciam de maneira absurda, ganhavam escamas capazes de resistir pressões absurdas, mesmo na infinidade do cosmos. Todos eles eram embebidos de ódio e outras energias negativas.

Temendo que os Dragões destruíssem a pequena esperança criada pela Mãe-Terra, o Avô Sol travou uma guerra de incontáveis anos com tais criaturas, mobilizando o restante de seus filhos por toda infinidade do cosmos em combate com os Dragões. A guerra durou por muitos séculos, até que o último demônio fosse dizimado e corrompido pelo vazio. Sem forças para combatê-los e temendo pelo seu descontrole causar consequências piores, desta vez, o Avô recorreu ao auxílio do Pai. Este acatou ao pedido do Avô e interferiu diretamente. Quando os Dragões chegaram à Galáxia habitada pela Mãe-Terra, o Pai enviou um grupo de criaturas para exterminá-los. Este incidente ficou conhecido como a guerra do Paraíso; quando os Dragões desceram na terra pela primeira vez e foram exterminados pelas Mensageiras do Paraíso. Os Elfos e a Mãe-Terra prevaleceram. O Avô Sol, no entanto, não estava livre dos seus desgostos...

Mais tarde, a família primordial tomou conhecimento de que Alariccia estava na superfície da Mãe-Terra. Através dos primeiros filhos da Mãe-Terra, Alariccia descobriu um meio dos "demônios corrompidos" presos no vazio, saírem e habitarem outras existências como se substituíssem-nas. Desta forma Alariccia conseguiu reencarnar na Mãe-Terra. A família primordial de nada podia fazer para impedi-la agora, mas sabiam de sua vingança. O Avô Sol sabia que Alariccia não desistiria até destruir a última gota de vida e esperança naquele planeta que foi o causador de toda a queda dos primeiros filhos do Sol. Amargurado pelo acontecido, o Avô Sol se recolheu de uma vez por todas e decidiu nunca mais colocar nenhuma de suas criações no plano do cosmos. Todas as suas estrelas solares passaram a se descontrolar, ano após ano, como se tivessem um "prazo" até esgotarem o seu brilho. Nem mesmo a Avó Lua foi capaz de convencer o seu amado a voltar atrás em sua decisão. Com o Avô Sol fora de cena, a Mãe-Terra viu-se mais uma vez sozinha para confrontar uma ameaça letal.



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Re: Alariccia, a primogênita do astro rei

Mensagem por Hummingbird em Seg Out 09, 2017 4:24 pm



Os Primeiros Demonios



Os incontáveis anos de cárcere no Vazio foram excruciantes para a essência de Alariccia. Pouco a pouco, os vestígios de criação celestial que habitavam em sua essência foram sendo corrompidos e transformando-se em forças ocultas que despertavam na futura rainha dos demônios. O início dessa transformação foi doloroso pois concomitante a isso, muitos sentimentos negativos e emoções poderosas foram trazidos das profundezas para alavancar essa transição. Mesmo para a família primordial, aquilo era uma situação desconcertante. As regras deveriam ser mantidas em prol do equilíbrio e portanto de nada eles podiam fazer para ajudar Alariccia nem os seus demais irmãos corrompidos. Eles só podiam observar. Supervisionar.

O tempo logo tratou de revelar as consequências dessa transição. Ainda no vazio, os demônios começaram a ganhar forças aterrorizantes. Baseados em sentimentos negativos que cresciam na sua essência, eles aprenderam a reunir essa negatividade fragmentada e utilizá-la como um todo. Aos poucos isso foi substituindo as suas características celestiais e devolvendo-lhe novas.

Alariccia foi a primeira que desenvolveu isso muito rápido. Promissora desde os tempos em que era uma filha do sol legítima, ela sempre teve uma ligação muito forte com o cosmo e suas respectivas energias. Seu conhecimento lhe ajudou e muito nessa nova fase e, com essa nova força, ela passou a buscar novos objetivos. Estavam presos no vazio e isso era um fato. No entanto, os demônios que já foram criações divinas, talvez tivessem algum diferencial das criaturas falhas que eram banidas pra esse lugar. Diferencial esse que talvez pudesse ser a chave para escapar, ou que seja para trilhar um novo caminho.

Incontáveis foram os anos em que Alariccia trabalhou nisso. As medidas de tempo, dentro do Vazio, eram muito diferentes do que na maioria dos planetas, galáxias e afins, o que implica o ganho de tempo para a primogênita do sol. Em comparação com o tempo na mãe-terra por exemplo, Alariccia estava muito à frente. E foi justamente graças a essa vantagem que a demônio conseguiu dar o primeiro passo em sua busca por um novo objetivo.

Alariccia percebeu que através da sua íntima ligação com o cosmos, ela tinha capacidade de identificar os planetas e suas localidades como numa projeção astral. Sua conexão, no entanto, estava muito fraca e muitos eram os fatores que interferiam nisso. Daquela distância era praticamente impossível que Alariccia conseguisse de fato estabelecer alguma conexão. Ela precisava de uma ponte. Mas o quê, em inúmeras galáxias, seriam suficiente para interligá-los a um planeta tão "distante'?

A resposta estava na essência da sua criação; O Sol.

O avô Sol, que por ser uma entidade representada por diversos astros solares em cada uma das galáxias, detinha em si uma das ligações mais poderosas para com os demônios do que qualquer outro planeta. Bem, os demônios eram os seus primeiros filhos afinal de contas, hmm? Alariccia não podia ter feito tal descoberta num melhor momento. Aquele era um tempo de fragilidade para a entidade do avô Sol que ainda martirizava-se em culpa pelo ocorrido com seus primeiros filhos e também pelas consequências de seus atos. Bastou este descuido para que Alariccia e seus irmãos demônios conseguissem reaver um pouco da energia cósmica do avô Sol e utilizassem-na como ponte para encontrar alguma ligação na galáxia onde a Mãe-Terra habitava.

Através dessa ponte, os demônios conseguiram alcançar a Mãe-Terra numa época de crise. Os dragões recém atacando os primeiros filhos da terra e no meio daquilo tudo, o desespero e o medo ganhando cada vez mais espaço nas dependências do planeta. Aquilo era praticamente o cheiro de sangue para um predador; atraíram os demônios com uma facilidade muito grande devido a sintonia com que as energias vibravam. A porta se abriu de imediato para que Alariccia alcançasse as primeiras formas de vida com as quais ela podia interagir. Estes foram os Gawls, uma raça de seres alados colocados na Terra por criação do próprio Pai. Eles não eram muito poderosos, mas eram sábios e tinham conhecimentos ocultos que muito serviriam para os demônios em prol do seu objetivo.

Desta união nasceram os primeiros demônios mundanos, mais tarde conhecidos por "Possuídos". Alariccia e seus irmãos demônios, mesmo dentro do vazio, conseguiam atormentar os Gawls de padrão vibratório mais negativo através da ponte estabelecida pelas energias. Os demônios agiram rápido e com esse tipo de ligação, logo trataram de buscar no conhecimento dos Gawls algum meio de fortalecer a ponte. Mal eles sabiam que no conhecimento celestial daqueles seres alados, havia mais do que a oportunidade de uma ponte; havia a chance de tirá-los do Vazio.

Alariccia tratou rápido de acelerar o processo. Muitos foram os testes, mas a rainha demônio era cuidadosa. Ela não podia exagerar e chamar a atenção do avô Sol num momento tão delicado em que ele era a única fonte de ligação entre os planos. Durante esse período de guerras, os demônios aprenderam tudo o que podiam aprender com os Gawls. Os dragões então os exterminaram por completo e logo qualquer vestígio de intervenção deles estava apagado.

Quando as mensageiras do paraíso se recolheram da Mãe-Terra e as guerras se acalmaram no plano dos mundanos, Alariccia e os demônios voltaram a interagir através da ponte. Agora mais sábios e mais preparados, eles conduziram experimentos através das almas dos Gawls que amaldiçoaram durante a guerra e que vagavam pela Mãe-Terra por conta do tormento que sofriam. Através disso, eles passaram a atormentar os Elfos, buscando neles elementos mais frágeis a serem possuídos.

Mas Alariccia queria mais. Ela precisava romper logo essas barreiras e trazer seu corpo e sua essência inteiros para a Mãe-Terra. Através das possessões, a rainha demônio conduziu muitos dos Elfos atormentados a realizarem rituais terríveis. Eles passaram a cometer inúmeras atrocidades e com o peso da energia negativa acumulada por tais atos, a ligação com os demônios no vazio se fortaleciam.

Entre o reino dos Elfos isso passou a chamar atenção em algum momento quando mesmo entre os mais antigos, as possessões acabavam acontecendo. O primeiro rei Élfico, temendo pela segurança de seu povo e de sua filha, recorreu à ajuda da mãe-Terra através dos rituais antigos que havia aprendido com o "Povo Antigo" — apelido dado aos Gawls —.

A mãe logo tratou de atender ao seu pedido e o rei foi convocado a uma espécie de "retiro espiritual". Uma espécie de travessia promovida pela força da mãe-terra para o plano astral, onde o rei Elfo teria liberdade de buscar respostas para o mal que estavam enfrentando. E foi nessa viagem que o rei confrontou os demônios pela primeira vez. No plano astral, o elfo encontrou diversas energias malignas que viajavam mascarados através de uma luz muito forte como a do próprio sol, e eram essas entidades que estavam atormentando as almas perdidas na grande guerra contra os Dragões e, através delas, atormentando seu povo.

Os demônios perceberam a intromissão do Rei Elfico quando já era tarde demais. Sob auxílio da mãe-Terra, o rei voltou em segurança e correu no encalço do seu povo. Os demônios, enfurecidos pela afronta daquele mundano, decidiram que acelerariam os planos antes que o rei conseguisse livrar o seu povo das influências malignas. Eles trariam Alariccia à vida, mas precisariam de tempo para que tudo fosse ajeitado.

Alariccia tomou a frente do plano dos demônios e para ganhar tempo, conseguiu possuir a filha do rei, Yllith, para usá-la em prol do seu plano. Yllith então sob controle da rainha demônio, envenenou seu povo contra o próprio pai, desautorizando-o aos poucos e tomando o seu lugar como favorita. Os conselheiros, também atormentados por sussurros e entidades malignas do vazio, acabaram cedendo. Quando Erefern, o rei élfo, retornou para o seu reino já era tarde. Todos o taxaram como louco, como se ele estivesse atormentado pelas mazelas da guerra e incapacitado de governar.

Não bastasse isso, sua própria filha, Yllith, o envenenou fisicamente debilitando-o ao longo dos anos e o enfraquecendo. O único grande obstáculo para Alariccia estava agora fora de cena e ela poderia prosseguir com o seu plano. O que ela não esperava é que, mais uma vez, as mensageiras do paraíso intercederiam. Ou melhor, uma única mensageira.

A mensageira retornou anos depois, ainda durante o reinado de possessão de Alariccia sob Yllith. A mensageira confrontou Yllith e assassinou-a, livrando os Elfos do controle de Alariccia. Inconformada com essa afronta, Alariccia e seus irmãos demônios realizaram o ritual de invocação sacrificando incontáveis vidas élficas e conseguido realizar com êxito a invocação. A rainha demônio estava agora entre os vivos, assumindo uma existência material e firmando de uma vez por todas uma ponte entre os demônios e os mundanos.

A partir disso, as interferências malignas de Alariccia passaram a se alastrar nas criações mundanas. Os demais filhos da mãe-Terra passaram a vir com deformidades, não necessariamente promovidas pela mãe. Um exemplo disso foram os Ogros e Goblins que passaram a nascer das deformidades de Elfos e Anões.

Para cada nova raça que nascia, Alariccia se aproveitava para fomentar os seus experimentos e trazer mais e mais demônios do vazio para o plano mundano. Entre eles a diversidade de raças era o que mais chamava atenção, motivo esse pelo qual conseguiram se manter sem chamar atenção por tanto tempo.





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